sábado, 30 de julho de 2011

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 24- Palavras dolorosas

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Alguns dias se passaram. Não tinha tido mais dores de cabeça ou algo do género. Queria que tudo o que aconteceu ficasse longe do meu pensamento. Estávamos agora a entrar numa floresta negra que me dava arrepios. Andávamos em fila. O Inuyasha na frente, eu a seguir e depois a Sango, Miroku e o Shippo ia no ombro da Sango. Ouvi um barulho atrás de mim. Fiquei com medo do que fosse e agarrei o Inuyasha nas costas.
-Não ouviste nada?
(Inuyasha)- Não. Está tudo bem. Não te assustes.
-Está bem.
Continuamos a andar. O chão ia se tornando menos estável.
(Miroku)- Esperem. Olhem ali para a frente.
Um bocado mais à nossa frente encontrava-se uma espécie de barreira roxa.
- O que é aquilo?
(Sango)- É uma barreira e pelo aspecto parece ser bastante forte.
-Não há maneira de passarmos?
(Sango)- Depende da vontade de quem a criou. Ele só deixa entrar quem bem entender.
-Então vamos experimentar.
Caminhámos em direcção à enorme barreira. Com algum receio passamos a barreira. Fechei os olhos com medo de sentir dor. Abri os olhos e reparei que tínhamos passado.
-Conseguimos passar.
Olhei em redor mas ninguém estava comigo. Tinham desaparecido.
-Sango? Miroku? Shippo? Inuyasha?
Ninguém respondeu. Estava sozinha.
- Onde estão?
Comecei a andar sem saber para onde. Tinha de os encontrar. “Será que foi a barreira que nos separou? Ou eu fui a única que conseguiu entrar?” voltei para trás mas ia sempre dar ao mesmo sitio. Ouvi passos a vir na minha direcção. A figura de uma rapariga de cabelo longos que lhe davam até à cintura. Os seus olhos cor de avelã e as formas da sua cara eram iguais às minhas. Finalmente tinha conhecido a Kyou. Ela estava bem à minha frente.
Não disse uma única palavra. Ela começou a conversa.
(Kyou)- Então tu é que és a Tsuki? Uma imitação quase perfeita.
-Imitação?
(Kyou)- Excepto numa coisa. Nos sentimentos do Inuyasha.
-Foste tu que criaste a Barreira? Separaste-nos para poderes falar comigo?
(Kyou)- E depois? Queria ver-te pessoalmente.
-Para quê? Para me atirares com tudo à cara?
Ela agarrou-me pelo pescoço.
-Estás a magoar-me!
(Kyou)- Sabes porquê é que o Inuyasha quer te proteger a todo o custo? Porque és igual a mim. À um ano atrás ele prometeu proteger-me.
- Porque é que me estás a dizer isto?
Ela continuava a falar sem me largar e sem me responder às perguntas.
(Kyou)- À um ano atrás ele disse que me amava mas eu desde de pequena que tenho ódio a Hanyous. Um deles matou os meus pais. E sabes que mais? Eu tentei matar o Inuyasha com estas mãos que te seguram agora. E mesmo assim ele não se esquece de mim.
Aquelas palavras fizeram abrir uma ferida que já tinha sarado a algum tempo. Não queria ouvir mais nada. As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto abaixo.
- Larga-me! Tu é suma falsa! O Inuyasha ama-te e tu tentas-te mata-lo e mesmo assim ele não desiste de ti! Eu não sou tu! Nunca o fui nem o serei. És falsa e arrugante. Não prestas.
Ele apertou-me o pescoço.
(Kyou)- Cuidado com o que dizes.
Serrei a mão em punho e dei-lhe um soco na cara.
Ela soltou-me. Cai no chão com as mãos no meu pescoço que me ardia.
-Eu não sou como tu! Eu realmente amo o Inuyasha! Nunca o vou tentar matar. Embora eu não possa lutar contra os verdadeiro sentimentos dele eu vou sempre ama-lo e segui-lo! Protege-lo de ti se for preciso!
Comecei a correr para fora dali. Queria sair de ao pé dela. “Inuyasha ou alguém me tire daqui.” Continuei a correr sem ver onde punha os pés. Tropecei num ramo e cai para uma falésia. Enquanto caia senti alguém a agarrar-me pelo pulso. Tive medo de ver quem era mas quando olhei o rosto do Inuyasha fazia-se sobressair.
-Inuyasha…
As lágrimas caiam outra vez pelo meu rosto abaixo. Ele puxou-me para cima.
(Inuyasha)- Estás bem?
Acenei com a cabeça.
(Inuyasha)- Onde te metes-te.
-Encontrei-me com a Kyou. Ela contou-me tudo.
(Inuyasha)- Tudo?
-Sim tudo! Queres que te explique tudo. Ouve eu sei que não tens a culpa mas não me faças de parva pelo menos. Eu sei que ainda gostas dela mas não me obrigues a ouvir tudo de novo, não me obrigues a sentir sentimentos que não existem.
Naquele momento as palavras saíram com brusquidão que até parecia que custava dize-las. Para me fazer acreditar tinha de as dizer em voz alta e naquele momento senti-me mal. Tudo o que sentia saiu naquele momento. Queria continuar com ele mas não sabia como enfrenta-lo.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 23- Desaparecimento

Já era noite e o Inuyasha ainda não tinha voltado. Era noite de Lua Nova, era quando ele se tornava humano e vulnerável. Era o alvo perfeito para youkais furiosos que andavam a trás da Jóia. Mas acho que isso não me preocupava, acho que eu estava mesmo frustrada com o facto de ele ter ido a correr a trás da Kyou. Eu estava sentada em frente ao poço, desde que tinha chegado. Estava tão preocupada que não conseguia ir a nenhum lugar, queria ir atrás dele mas por onde começar? A lua tinha desaparecido e a única coisa que sobrava no céu eram as estrelas e as nuvens que as tapavam. Debaixo do mesmo céu o Inuyasha e a Kyou estavam a fazer sabe-se lá o quê. Queria tanto saber por onde ele andava, queria estar com ele, mesmo que fosse para salvar a Kyou. Mesmo que fosse para ser humilhada diante deles, queria estar com ele.
(Sango)- Tsuki estás aqui fora à muito tempo, ainda não comeste. Vem connosco para aquela cabana.
-Não, eu estou bem aqui. Obrigada Sango.
(Sango)- Vais te constipar.
-Deixa estar.
(Sango)-Mas é melhor…
-Ai Sango deixa-me em paz. Deixa-me sozinha.
(Sango)-Mas…
-Sai daqui!
Ela afastou-se de braços cruzados. “Eu também escusava de lhe falar assim. Mas agora não estou com paciência para ninguém. Quero estar sozinha. O que será que o Inuyasha está a fazer? Já passaram várias horas e nem sinal dele. Onde será que ele se meteu?”
A noite ia avançando devagarinho. Debaixo daquela imensa escuridão, aconteciam várias coisas, sem eu dar por ela. Debaixo do mesmo céu o Inuyasha e a Kyou estavam algures…juntos. E eu desesperada por ter noticias do Inuyasha. O vento calmo e leve mexia e remexia o meu cabelo, assim como os meus pensamentos que passavam de leves pensamentos a pesados pensamentos. Os meus olhos começavam a pesar, o sono absorvia a minha consciência cada vez mais.  Finalmente fecharam e entrei no mundo dos sonhos.
A imagem do Inuyasha e da Kyou abraçados e a beijarem-se invadia a minha mente, deixando-me perturbada. Eles cada vez mais juntos e eu mais afastada dele. Esse pesadelo fez-me acordar e abrir os olhos bruscamente. Ainda continuava no mesmo sítio, em frente ao poço. Apenas alguns minutos tinham passado desde a última vez que estive acordada.
O sono foi mais forte e fez-me adormecer novamente.
Algumas horas depois acordei deitada no chão, com a camisola do Inuyasha por cima de mim, a cobrir-me o corpo. O sol já tinha nascido, mas ainda era cedo. Sentei-me esfregando os olhos. A figura desfocada de uma pessoa sentada a minha frente a observar-me, fez-se sobressair. Era ele. O Inuyasha. Arregalei os olhos. Ele finalmente estava à minha frente, não era um sonho ou uma ilusão.
-Chegas-te finalmente.
(Inuyasha)- Desculpa fazer-te esperar.
Ele estava muito ferido. A sua aparência metia-me pena, mas por outro lado ele é que teve a culpa de sair na noite de Lua Cheia.
-Devias ter mais quando é noite de Lua Cheia.
(Inuyasha)- Eu sei.
Ele levantou-se. E dirigiu-se para a pequena cabana.
-Inuyasha!
Ele virou se para mim. Eu corri para os seus braços abraçando-o. Os meus olhos não conseguiram conter-se e derramaram lágrimas. Eu estava a chorar profundamente.
-Fiquei tão preocupada. Não me disseste para onde foste. Tive medo que te acontecesse algo de mal, ou mesmo que….
(Inuyasha)- Está tudo bem. Eu já estou aqui. Obrigada por te preocupares.
Eu continuava a chorar. “Foi mais forte que eu. Estava tão preocupada que não consegui conter-me.”     


Eu ainda não fiz o desenho. Quando fizer eu posto. Espero que gostem.

Episódio 23- "A voz de Kagome e o beijo de Kikyou."





terça-feira, 19 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mangá e Anime

Aqui estão algumas imagens das personagens do anime Inuyasha em mangá e no anime. Vou por uma sondagem a perguntar qual gostam mais, o mangá ou o anime. Estão aqui as imagens.

Anime

Inuyasha





Kagome


Miroku

Shippo


Sango

Sesshomaru



Rin


Naraku



Kikyou

Kanna



Kagura



Mangá

Inuyasha


Kagome

Miroku

Shippo
Sango


Sesshomaru

Rin
Naraku

Kikyou

Kanna

Kagura

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 22- Uma má noticia

 A minha mãe acordou-nos aos dois do sofá. Já era de manhã, e a sala enchia-se de claridade. Eu levantei-me do sofá mas o Inuyasha continuava a dormir. Através da janela a rua enchia-se de vento que abanava as árvores furiosamente. Estava frio. Dirigi-me ao quarto e retirei do armário umas calças de ganga justas, uma camisola de mangas compridas e um casaco de Outono. Fui para a casa de banho e deixei a água correr enquanto me despia. A água corria pelo meu corpo levando consigo o sono e a preguiça, fazendo-me acordar por completo.
Vesti-me na casa de banho e penteei-me.
(Mãe)- Tsuki vem tomar o pequeno-almoço.
-Já vou.
Quando acabei de me preparar, fui para a cozinha comer. O Inuyasha já tinha acordado e já estava de pequeno-almoço tomado. Depois de comer a minha mãe saiu para trabalhar deixando-nos sozinhos em casa aos dois. Hoje não havia aulas mas eu tinha de ir à escola à tarde para fazer os testes em atraso. E eram muitos.
-Hoje tenho de ir à escola fazer os testes. Ficas aqui em casa Inuyasha ou vens comigo?
(Inuyasha)- Tu é que sabes.
- Eu é que sei. Então ficas em casa. Ok?
(Inuyasha)- Está bem.
Fiquei um bocado surpreendida com a sua atitude. Ele começava a logo a resmungar se eu dissesse para ele ficar em casa.
-Então vou-me embora está bem?
Ele apenas acenou com a cabeça.
-Não pegues fogo à casa. Tem cuidado.
Sai e fechei a porta atrás de mim. Caminhei até ao metro. Sentada no banco pensava no Inuyasha. Ele estava estranho. “Será que está chateado com alguma coisa?”
O metro tinha acabado de chegar. Eu entrei nele e agarrei-me no poste. O Inuyasha não me saia do pensamento. Mas agora tinha de estar concentrada nos testes. Não me podia distrair.
Sai do metro. O autocarro estava atrasado. Demasiado atrasado para o meu gosto. “Claro hoje não há autocarro. Como não há escola. Bolas. Tenho de correr.” Agarrei nos livros encostados ao peito e pus-me a correr feita louca. “Tenho de chegar a tempo.” Era o único pensamento que tinha em mente. Não podia chegar atrasada.
Finalmente cheguei à escola. Empurrei o portão principal e entrei no grande pavilhão. Estava cansada e cheia de suor a escorrer-me pelo rosto. Limpei-o com as costas da mão. A sala estava cheia. Não só com alunos da minha turma mas de varias turmas do mesmo ano que eu.
-Desculpe o atraso.
(Professor)- Senta-te rápido.
Sentei-me numa das mesas livres, ao lado de um rapaz com cabelo ruivo. Odiava aquele professor, era muito rígido. “Foi preciso ter azar de calhar com ele.” O primeiro teste começou.
Ao fim dos testes, a minha mão tremia. Já nem a sentia. Ao longo dos testes o olhar curioso do rapaz ruivo era dirigido para os meus testes. Eu já estava nervosa o suficiente. Mas finalmente estava livre. Tinha de ir apanhar o metro a pé, sozinha, e cansada. Estava com a auto-estima em baixo. O que agora queria era paz. Mas infelizmente não consegui. Senti um toque suave no meu ombro, olhei para trás e era o tal rapaz. “Oh não, o que é que ele quer.”
(Rapaz)- Olá.
-O que foi? Estou com pressa.
(Rapaz)- Desculpa, mas posso acompanhar-te até ao metro?
-Se quiseres. Desde que andes depressa.
(Rapaz)- Está bem.
O caminho foi feito com silêncio mas um bocado constrangedor.
(Rapaz)- Como é o teu nome?
-Tsuki Seifuru.
(Rapaz)- Eu já te tinha visto na escola, mas ultimamente não…
-Tenho andado a faltar. Tenho tido uns…problemas.
Ele virou o seu olhar para o chão. Tínhamos chegado ao metro. Sentei-me no banco em frente á minha estação.
(Rapaz)- Aquela é a minha estação, Adeus. Gostei de falar contigo.
-Espera, não apanhei o teu nome.
(Rapaz)- Ichigo.
Ele correu para o outro lado onde o metro já tinha parado. “Gostei de falar contigo. Nós nem falamos nada de jeito.”
Cheguei a casa e chamei pelo Inuyasha, mas do outro lado não recebi resposta.
“Ele foi-se embora?”
Fui ao quarto. Ele estava deitado na minha cama. Parecia que estava a dormir mas tinha os olhos abertos.
-Porque é que não respondeste? Pensei que tinhas ido embora.
Ele não me respondeu. Naquele momento só me apetecia gritar com ele.
-Porque é que estás a ter esta atitude. Responde ao menos.
Ele sentou-se na cama e puxou-me para si. Ele encostou a sua mão ao meu rosto e aproximou-se. Os seus lábios estavam quase a tocar os meus quando uma dor de cabeça enorme me invadiu. Baixei o rosto e pus as mãos na cabeça. Parecia que ia rebentar a qualquer momento. Os lábios do Inuyasha mexiam-se como se estivesse a falar mas a sua voz não se fazia ouvir. As mãos dele estavam nos meus ombros, o seu rosto transmitia preocupação. A dor de cabeça era enorme. Subitamente imagens invadiram a minha mente. Era a Kyou. Estava a ser atacada por alguém ou por alguma coisa. Estava deitada no chão. Um Youkai aproximou-se e levou-a.
As imagens desapareceram de repente e a dor de cabeça desapareceu com elas. Dei por mim sentada no chão com um braço em cima da cama, com a mão a agarrar os lençóis com força.
(Inuyasha)…Melhor? O que se passa?
A voz do Inuyasha já se ouvia.
Levantei-me num salto e agarrei o Inuyasha pelo braço.
-Temos de ir.
Fui à cozinha escrever um bilhete para a minha mãe. Voltei com o Inuyasha para a outra Era. Não te preocupes, daqui a uma semana estou em casa outra vez. Beijo Tsuki.
(Inuyasha)- Temos de ir para onde?
-Para a outra Era, a Kyou está em perigo.
Ele arregalou os olhos e saiu pela porta fora. Fiquei um bocado arrependida de lhe ter contado mas agora a Kyou estava em primeiro lugar, embora ficasse um bocado triste. Corri atrás dele. Ele já tinha atravessado o portal para o outro lado. Nunca mais o vi. A Sango e o resto do pessoal estava perto do poço, mas não tinham visto o Inuyasha. Não sabia para onde tinha ido, não valia a pena segui-lo se não soubesse para onde ir.   

Capitulo 22-"Ele sentou-se na cama e puxou-me para si. Ele encostou a sua mão ao meu rosto e aproximou-se. Os seus lábios estavam quase a tocar os meus..."

domingo, 17 de julho de 2011

Sondagem Fechada

A sondagem fechou e os votos foram:

Inuyasha- 5 votos- 71%
Kagome- 3 votos- 42%
Miroku- 2 votos- 28%
Sango- 2 votos- 28%
Shippo- 2 votos- 28%
Kikyou- 1 voto- 14%
Sesshomaru- 2 votos- 28%
Naraku- 0 votos- 0%
Kagura- 0 votos- 0%
Kouga- 2 votos- 28%
Outros- 0 votos- 0%

E o primeiro lugar vai para Inuyasha e o segundo lugar vai para Kagome. No terceiro lugar existem várias personagens. No quarto lugar Kikyou e em ultimo os maus da fita Naraku e Kagura.  Obrigada pelo vosso voto.

sábado, 16 de julho de 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 21- Romeu e Julieta

Era a semana que tinha de passar em minha casa, como combinado com a minha mãe. Esta semana realizava-se o festival na minha escola. Eu tinha prometido aos meus colegas que os ajudava a organizar tudo. O festival tinha de estar pronto para daqui a três dias. O Inuyasha insistiu a vir comigo e passar a semana comigo, para não ficar sozinha. Eu nem me importava. Queria tê-lo junto a mim. Além disso, este fim-de-semana ia haver os testes aos quais eu tinha faltado. Tinha de os fazer para passar de ano.
-Inuyasha não sais de ao pé de mim. Se te afastas eu uso o apito para cães que só eles é que ouvem e tu vens direitinho para mim está entendido?
(Inuyasha)- Quem te ouvir falar até parece que sou o teu cão de estimação.
-És quase.
Eu resumia as regras no metro enquanto nos dirigíamos para a escola. Queria que ele não cometesse nenhuma asneira. Já lhe tinha trocado a roupa por umas calças de ganga e uma camisola de mangas compridas para não dar tanto nas vistas, e um boné cobria-lhe a cabeça para lhe tapar as suas estranhas orelhas. O seu cabelo que já não era castanho como da última vez que o tinham visto, tinha de dar a desculpa que ele não gostou dele castanho e então mudou a cor outra vez. Desculpas esfarrapadas mas que resultavam.
O metro parou, e nós saímos. Na estação a Kotomi e a Shizuko estavam à espera do autocarro para ir para a escola.
(Kotomi)-Tsuki aqui!
-Olá Kotomi, Shizuko. Já há muito tempo que não te via Shizuko. Desde que mudas-te de escola nunca mais falamos.
(Shizuko)- Pois, eu vim hoje porque a Kotomi me pediu para a ajudar na escola, com os preparativos.
-Pois. Eu também trouxe um ajudante.
(Kotomi)- Sempre que te vejo estás com ele. Parecem mais do que dizes.
-Cala-te. Ele é só um amigo, que por acaso anda sempre comigo. Como tu e eu. Estás a ver?
(Kotomi)-Claro…E tu o que me dizes Inuyasha?
(Inuyasha)-E-eu? Não posso dizer nada. Eu gosto de estar com ela e de protege-la contra os…
Eu pus-lhe a mão na boca para o impedir de falar.
-há há há…ele só diz coisas sem jeito nenhum. Não liguem.
(Kotomi)- Pois pois. Ele já disse tudo o que eu queria ouvir.
“Estou frita. Este Inuyasha, não sabe dizer nada de jeito.”
O autocarro tinha chegado e nós entramos nele. Paguei o bilhete do Inuyasha e o meu. Sentei-me num banco longe da Kotomi e da Shizuko.
-Inuyasha achas que ias falar dos youkais à frente delas. Ah eu quero protege-la e tal…estás maluco? “Bem até gostei que ele lhes dissesse que me ia proteger. Foi querido.”
(Inuyasha)- Pois mas é verdade.
- Pode ser verdade mas elas não têm de saber. Respondes às perguntas mas sem mencionar youkais, hanyous, sangue, Tessaiga, guerra, Sango, Miroku, Shippo, a outra Era, poço e coisas desse tipo que me liguem ao outro lado ok?
(Inuyasha)- Sim.
A escola estava cheia de gente a trabalhar feitos malucos. Eu, a Kotomi, a Shizuko e o Inuyasha íamos ajudar no teatro para organizar a peça. Limpar os adereços, montar as cenas, etc…
-Inuyasha, faças o que fizeres não tires o boné. Ninguém pode ver o teu verdadeiro aspecto.
(Inuyasha)- Sim.
A sala de teatro precisava mesmo de ser arrumada, o pó que havia fazia impressão na garganta e fazia-nos espirrar. Os adereços eram espectaculares, havia muitos, para vários tipos de peças de teatro. Eu adorava teatro mas era envergonhada de mais para isso, não tinha expressão nenhuma e não conseguia interagir com o público.
(Shizuko)- Olhem para mim. Sou a Julieta. “Eu amo-te Romeu, e se não posso ficar contigo, prefiro morrer!!!”
A Shizuko estava a brincar a fazer o papel de Julieta em Romeu e Julieta.
-Estás fantástica.
(Kotomi)- Só falta um Romeu.
A Shizuko puxou o Inuyasha para ao pé de mim e exclamou com entusiasmo.
(Shizuko)- Ficam perfeitos para Romeu e Julieta. O Inu…coiso, faz de Romeu e a Tsuki de Julieta, que bonito.
-Ele chama-se Inuyasha e eu não sou Julieta nenhuma.
(Kotomi)- Mas aposto que o Inuyasha não se importa de ser o Romeu.
(Inuyasha)- Não. Devia importar-me?
-Claro! Não queres fazer figuras tristes à frente delas.
(Shizuko)- Anda lá Tsuki. Diz só uma frase. Por favor.
-Eu nem sei a peça de cor. Só sei por alto.
(Kotomi)- Diz que o amas. E ele “Eu também te amo!” e beijam-se! Final feliz!
-O quê?
(Shizuko)-Por favor. Tu e ele ficam tão queridos.
-Só uma vez.
(Kotomi)- Boa. Diz-lhe amo-te muito! Fica comigo.
-Também já estás a pedir demais.
(Inuyasha) -Qual é o sentido disto?
-Também acho. Não tem sentido nenhum.
(Shizuko)- É para vermos os vossos dotes para o teatro e para nos divertirmos.
-Mas porquê eu?
(Kotomi)-Eu e a Shizuko não vamos dizer isso para o teu amigo. Vá tu já tinhas dito que sim.
-Está bem chatas. Ora bem… “Que vergonha.” Começa tu.
(Inuyasha)-Julieta e-eu a-a-a-a-a-mo-te. Quero que fiques comigo.
Ao mesmo tempo que gaguejava ele olhava para todos os lados menos para mim.
-Eu também quero que fiques comigo. Eu também te a-am-mo-o.
(Shizuko)- Que bom. Ficaram tão fofos corados.
(Kotomi)- Agora falta o beijo.
-Kotomi…
(Kotomi)- Nós vamos chatear-te tanto. É melhor obedeceres
(Shizuko)- Também concordo.
Aproximei-me do Inuyasha e dei-lhe as mãos. Suspirei e encostei os meus lábios aos dele. Ele ficou sem reacção mas respondeu ao beijo. Descolamos e eu olhei para elas com raiva.
-Satisfeitas?
(Kotomi)- Nem por isso. Com mais sentimento. Isso nem durou 3 segundos.
-Estás a gozar.
(Shizuko)- Só mais um. Foi tão bonito.
-Já chega. Este é o último.
O Inuyasha chegou-se ao pé de mim e deslizou a mão na minha nuca puxando-me para si. Os seus lábios tocaram nos meus, eu nem fazia ideia que ele me tinha beijado. Estava ainda a raciocinar. As minhas mãos desceram pelas suas costas parando no fundo. Ele afastou-se de mim.
(Inuyasha)- Vamos trabalhar.
(Shizuko)- Cla-claro.
A noite já estava em estado avançado. Aquela hora já não havia autocarros, tínhamos de ir a pé até à estação. A Shizuko e a Kotomi iam dormir a casa da Yuuki que ficava perto da escola. Por isso eu e o Inuyasha íamos sozinha aquela hora a pé. Eu odiava fazer aquele caminho. Metia medo. Era muito escuro. Eu sempre que dava um passo olhava para trás.
(Inuyasha)- O que foi?
-Odeio fazer este caminho a pé a estas horas.
Ele puxou-me para ao pé de si pondo o seu braço na minha cintura. Senti-me mais aliviada.
Chegamos a casa. Abria a porta e exclamei “Cheguei”.
(Mãe)- O Inuyasha vai cá dormir?
-Olá mãe. Estás bem? Eu estou obrigada por perguntares. Sim vai.
(Mãe)- Onde?
-Sei lá. No chão do meu quarto.
(Mãe)- Sozinho?
Fiquei a olhar para minha mãe tipo “O que achas? Topas-me por quem? Uma tarada que forme com rapazes com a mãe cá?”
(Mãe)- O jantar já está feito.
-Vou só tomar um banho para tirar o pó de mim e vou já. Dá ao Inuyasha uma roupa para ele dormir.
Entrei na casa de banho e pus a água a correr. À medida que a água escorria pelo meu corpo vinha-me à memória as figuras tristes que fizera hoje. “Sou mesmo parva.”
Depois de jantar. Ficamos a ver televisão até tarde. A minha mãe já estava na cama e eu e o Inuyasha estávamos especados a ver o filme que estava a dar de terror. Eu sem dar por ela estava com a cabeça encostada ao peito do Inuyasha. Sabe-se lá há quanto tempo. Acabamos por adormecer no sofá. A noite passou-se assim. Depois do festival tinha de voltar à Era do Inuyasha. E enfrentar os perigos. “Já faz algum tempo desde que encontramos um pedaço da jóia.”  


Capitulo 21- "Eu sem dar por ela estava com a cabeça encostada ao peito do Inuyasha. Sabe-se lá há quanto tempo. Acabamos por adormecer no sofá. "

quarta-feira, 13 de julho de 2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 20- Pedido de desculpas

Aquele que se encontrava à minha frente não era o Inuyasha normal. Estava com um ar mais agressivo. Queria mais que tudo que ele voltasse ao normal, mas como eu não sabia. Eu aproximei-me dele mas fui impedida pelo Miroku.
(Miroku)- Não te aproximes, acho que ele agora não te conhece. Ele agora não distingue os amigos dos inimigos, podes acabar ferida por ele.
A Sango lutava com o Youkai. O Inuyasha aproximou-se dele, e com um golpe atacou-o, machucando também a Sango no braço. Ele lutava apenas com as suas garras, sem tirar a Tessaiga do sitio. O youkai lutava com ele, usando a imagem da Kyou, como protecção, pensando que ele não a atacaria. Mas ele já não ligava sem era a Kyou ou outra coisa qualquer. Queria era matar tudo o que lhe aparecia à frente.
Lutaram durante muito tempo até que o youkai caiu ao chão finalmente. O sangue espalhava-se no chão, deixando o meu estômago às voltas. O rosto do Inuyasha parecia orgulhoso e satisfeito pelo que tinha feito. Eu não gostava daquela maneira da ser dele, mas ele nunca me tinha dito nada. “Será que é a primeira vez que lhe acontece isto?” Ele olhou para nós com aqueles olhos que me metiam medo. Aproximou-se de nós rosnando e com gestos agressivos. “Não aguento mais vê-lo assim. Tenho de fazer qualquer coisa. Ele se calhar está a sofrer. Duvido que o Inuyasha goste deste seu lado.” Eu corri para ele e abracei-o com força.
-Inuyasha pára com isto, se me ouves. Volta ao normal.
Ele afastou-me de si atirando-me ao chão. Ele pôs-se em cima de mim agarrando-me o braço com uma mão e com a outra rasgou-me as roupas, com as garras fazendo-me sangrar com a força que penetravam na minha pele. Com a mão que tinha solta dei-lhe um chapada na cara. O seu cabelo tapou-lhe o rosto virado para o lado.
-Sai de cima de mim. Pára com isto. Tu não és assim.
(Inuyasha)- Do que estás a falar?
Ele olhou para mim com atenção. Reparou que eu estava a sangrar dos joelhos por ter caído ao chão e dos braços, com arranhões fundos. Ele saiu de cima de mim sem saber como lá tinha ido parar. Ele sentou-se no chão atónito.
(Inuyasha)- O que aconteceu?
Eu apontei para o youkai que estava estendido no chão.
-Foste tu que fizeste aquele lindo serviço, e também magoas-te a Sango.
(Sango)- Isto não é nada.
-Não te lembras de nada?
(Inuyasha)- Não. A última coisa que me lembro foi de ter caído ao chão e depois da bofetada que me deste.
-Desculpa.
A noite caiu passadas algumas horas. Já nos tínhamos afastado do local do acidente. A noite escura tapava-nos o campo de visão. A fogueira que se encontrava acesa era o único ponto luminoso no local, excepto a lua que brilhava juntamente com as estrelas. Estavam todos a dormir. O Inuyasha estava acordado como sempre. Acordei com o barulho do Inuyasha a partir os ramos para juntar à fogueira. Levantei-me e sentei-me ao seu lado. Embora fosse Outono a noite ainda estava quente. O vento leve emanava o ar e enchia-o de cheiros, da terra e do peixe assado que tínhamos comido. Eu e o Inuyasha mantivemo-nos calados, à espera que algum de nós desse o impulso das primeiras palavras. Ele decidiu começar.
(Inuyasha)- Desculpa por tudo o que te fiz hoje.
-Não faz mal. Já passou.
Ele olhou para as ligaduras que tinha nos braços.
(Inuyasha)- Não me lembro de nada. E acabei por te magoar. E aos outros também. Queria proteger-te mas afinal sou eu o perigo para ti.
Reparei então que ele estava magoado também. O seu braço estava a sangrar.
-Tira as camisolas.
(Inuyasha)- Quê?
-Faz e cala-te.
Fui à mala e tirei a mala de primeiros socorros. Cheguei ao pé dele e ele já estava de tronco nu. Cheio de cortes. Espalhei uma pomada pelas costas e pelo seu peito.
-Sabes, eu tive medo que não voltasses ao normal. Queria mais que tudo que aquilo não passasse de um pesadelo do qual eu não podia acordar.
Ele puxou-me para si abraçando-me. Eu entrelacei os braços à volta do seu pescoço.
(Inuyasha)- Não sei porque é que aconteceu isto mas eu prometo que nunca mais te volto a magoar. Quero que fiques salva de tudo, e para a próxima que isto acontecer foges dali.
-Eu não te vou deixar sozinho num momento desses. Tu não tens a culpa.
(Inuyasha)- Mas…e se eu te ferir outra vez.
-Não quero saber, não te vou deixar sozinho. Tu já me protegeste de muito, agora é a minha vez de retribuir o que por mim tens feito.
Ficámos durante muito tempo abraçados. Queria ficar assim para sempre com ele. Agora sabia que gostava mesmo dele, o problema é que ele ainda gostava da Kyou, sem sombras de duvida.

Eu já fiz o desenho, só que ainda falta carregar mais com o lápis para se notar. Eu posto-o amanhã, juntamente com o episódio. Espero que gostem. Beijo

sábado, 9 de julho de 2011

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Foi aberta agora uma sondagem para saber qual é a vossa personagem perferida da série (não da fanfiction). Espero que votem.

Fanfinction- "A nova Era" Capítulo 19- A Verdade

O acordo com a minha mãe foi uma semana lá uma semana cá. Para as aulas não ficarem muito acumuladas. Neste momento estava na Era do Inuyasha. Tinha levado várias coisas de minha casa, roupa, cobertores, comida, champô, etc…
Estávamos a comer enlatados, daqueles que se vendem nos supermercados. Estávamos sentados debaixo de uma grande cerejeira.
-Então o que acham do comer da minha terra? Bom não é?
(Miroku)- Óptimo, tem muito sabor.
(Sango)- Também concordo.
(Shippo)- Eu gosto mais daquelas coisas doces e compridas que costumas trazer.
-As gomas! Também gosto, mas isso não me enche o estômago. Nem me tira a fome. É mais um aperitivo. E tu Inuyasha não dizes nada?
(Inuyasha)- Adoro isto. Muito mais do que a comida daqui.
Estava sentada, já tinha acabado de comer, os outros estavam na segunda volta, senti alguma coisa a passar por cima da minha mão que estava apoiada no chão. Era um bicho enorme daqueles com muitas patas, super nojento. Olhei de relance para o bicho e soltei um grito mandando-me para cima do Inuyasha tapando-lhe a vista com os braços, fazendo-o entornar a comida toda pelo chão.
-Inuyasha que nojo! Mata-o já!
(Inuyasha)-Tsuki, tens medo de animais insignificantes mas enfrentas youkais e não refilas.
-Esses bichos nem podem ser considerados animais, são parasitas irritantes!
A nossa discussão continuava, devido aos bichos e seus derivados, quando uma seta acertou no tronco da árvore atrás de mim raspando-me na cara, fazendo-me um corte na pele.
(Sango)- Quem é?
A figura de uma mulher fez-se sobressair nas sombras, primeiro desfocada e sem cor, mas depois os seus contornos tornaram-se nítidos e coloridos, desenhando a figura da Kyou.
(Inuyasha)- Kyou? O que foi isto?
Ela não respondeu e lançou outra flecha. Os olhos de Inuyasha arregalados e surpreendidos não tiravam os olhos dela.
-Inuyasha repara, uns fios saem das suas mãos e do resto do seu corpo, como se fosse uma marioneta.
(Inuyasha)- Tens razão.
Os fios estendiam-se pela floresta dentro. A Sango lançou o seu bumerangue gigante que percorreu a floresta acertando no impostor. A figura da Kyou caiu ao chão e desapareceu como pó.
-Inuyasha não te deixes levar pelos teus sentimentos, tens de te controlar.
(Inuyasha)- O que queres dizer com isso? Eu já te disse que não sinto mais nada por ela.
-Não me mintas, ninguém esquece o que sente por outra pessoa, quando se está ao pé de uma rapariga muito parecida com ela.
Ele não me deu resposta.
(Sango)- Olhem ali. Aquele youkai está a controlar outro boneco.
O boneco que saiu da floresta, dirigindo-se ao Inuyasha. Era de novo uma figura da Kyou. O Inuyasha estava de novo sem reacção. E isso enervava-me.  
(Youkai)- Como é Inuyasha? Consegues resistir à tentação de magoa-la?
O Inuyasha não voltou resposta.
(Youkai)- Eu consigo ver o que faz as pessoas sofrer, e no teu caso é a Kyou. Tu ama-la e não a suportas vê-la a sofrer.
(Inuaysha)- Cala-te! A tua voz enoja-me! Não sabes nada da minha vida! Ela é passado.
Mesmo dando aquela resposta, ele não o atacava, nem sequer retirava a Tessaiga do sitio. Mantinha-se quieto. A figura da Kyou atirou outra flecha que acertou no Inuyasha.
-Inuyasha!
Ele estava caído no chão. Os poderes de sacerdotisa da Kyou foram trasmitidos para a flecha, como acontece a mim, deixando-o inconsciente. O Inuyasha não se movimentava, nem se levantava.
Ajoelhei-me ao seu lado com as mãos nas suas costas, chamando-o vezes sem conta. A Sango e o Miroku lutavam, enquanto o Shippo se mantinha escondido. Sentia o coração do Inuyasha a bater de uma forma incrível, e o seu sangue aquecia a sua pele.
“Este não é o Inuyasha. Ele está diferente. A presença dele é diferente da do custume.”   
Um vento forte rodeou-me a mim e a ele. Com os braços protegi os olhos e afastei-me dele. Aos poucos o Inuyasha levantava-se.
(Miroku)- Tsuki afasta-te dai rápido.
Levantei-me a fui para ao pé deles. O Inuyasha levantava-se devagar. Quando a sua cara se virou e olhou-me nos olhos eram diferentes. A sua cor tinha mudado. Um vermelho carregado fazia-se sobressair dos seus olhos, e as suas pupilas estavam enormes, com uma vontade enorme de matar. Os seus dentes estavam mais longos que o normal assim como as suas garras. “Este não é o Inuyasha que eu conheço”.
(Miroku)- O sangue que corre nas suas veias já não é de hanyou, mas sim de um verdadeiro youkai.

Capitulo 19- "Olhei de relance para o bicho e soltei um grito mandando-me para cima do Inuyasha tapando-lhe a vista com os braços, fazendo-o entornar a comida toda pelo chão."

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